A Galeria Distribuidora revelou hoje (18) uma importante informação sobre o polêmico projeto que contará a história do caso Von Richthofen. Ao contrário do que o público imaginava, o crime não será retratado em apenas um filme, mas sim em dois que se complementam: “A Menina Que Matou os Pais” e “O Menino Que Matou Meus Pais“. Além disso, eles serão exibidos em sessões alternadas nas mesmas salas, um formato inédito no cinema mundial.

Com estreia marcada para 2020, os longas estão atualmente em filmagem. A ideia de retratar a mesma história sob dois pontos de vista diferentes foi a solução artística encontrada pelos produtores para serem fiéis ao que está narrado nos depoimentos oficiais dos então namorados Suzane Von Richthofen e Daniel Cravinhos. “É uma oportunidade para o público analisar e chegar à sua própria conclusão sobre os fatos“, diz Gabriel Gurman, CEO da Galeria Distribuidora. “O público brasileiro tem se mostrado engajado com conteúdos como este, especialmente os baseados em histórias reais, temos que ocupar esse espaço e oferecer ao espectador obras com qualidade e respeito“, completa.

Sem qualquer relação com os autores do crime, tudo o que for exibido nas telonas tem como fonte os autos do processo. Os envolvidos com o crime não receberam dinheiro da produção, nem receberão no lançamento. Ademais, o filme é produzido sem dinheiro público. Cem por cento da verba investida é dos próprios produtores, a Santa Rita Filmes (produtora), a Galeria Distribuidora (coprodutora e distribuidora) e o Grupo Telefilm (coprodutor).

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